Depois de muita perseguição, o Imperador Constantino se converteu e a situação mudou para a Igreja, ela passou a influenciar todas as ações do Império. Ela mudou muitas coisas:
1. Restauração dos templos cristãos: Os templos destruídos e queimados nos governos dos outros imperadores.
2. Os obreiros e pastores cristãos foram isentos dos impostos.
3. O domingo (primeiro dia da semana) foi declarado dia de descanso e adoração por Constantino.
4. A crucificação foi abolida no Império Romano.
5. O infanticídio foi proibido no Império: Antes era comum que os pais matassem os filhos que não fossem do seu agrado, tais crianças eram recolhidas por outras pessoas que as criavam e depois as vendiam como escravas.
6. A escravidão foi sendo extinta gradativamente: Se todos eram iguais, por que terem direitos diferentes?
Ficou fácil ser cristão... Logo, as pessoas queriam ir às igrejas, mas não se convertiam... E não deu certo, a Igreja tornou-se uma máquina política...
A inserção de falsos cristãos na igreja trouxe efeitos desastrosos nos cultos e nas doutrinas cristãs... As igrejas passaram a ser ricamente ornamentadas e grandemente ricas, mas espiritualmente frias. Os cultos começaram a ser contaminados por hábitos pagãos...
1. Em 405 d.C, os ídolos do paganismo entraram nas igrejas... A Igreja Católica Apostólica Romana regularizou o uso de imagens de santos e mártires do passado para serem adorados.
2. A adoração a Maria foi instituída para substituir a adoração às deusas pagãs Vênus e Diana.
3. O pastor passou a ser chamado de “sacerdote” que era uma nomenclatura pagã e passou a ser considerado um mediador entre Deus e o povo, enquanto a Bíblia diz que ele é apenas um instrumento d’Ele para orientar seu povo... O único mediador entre Deus e os homens é Cristo (nem homens, nem santos, muitos menos imagens), todos nós temos livre acesso a Deus por Cristo Jesus.
4. O culto aos mortos, originalmente pagãos, foi regularizado pela Igreja na forma do Dia de Finados.
5. O Purgatório foi inventado para evitar falar do inferno nos cultos frios da Igreja Católica, além de estimular a compra de indulgências.
6. A falácia da virgindade eterna de Maria que não tem base bíblica.
7. A ridícula ideia da infalibilidade do Santo Padre.
E a Igreja Católica tanto sabia que estava ridiculamente errada que proibiu o acesso do povo à Bíblia. Ela tornou-se uma máquina política de opressão, no período em que ela governou fez atrocidades e criou a Inquisição que fez com que essa época se denominasse “Idade das Trevas”. Mas Deus nunca fica sem testemunhas...
Bem-Vindo ao Estação 018!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Gustave Flaubert...
![]() |
Gustave Flaubert |
No dia 12 de dezembro de 1821, nascia mais um burguês na França pós-revolucionária, nascia Gustave Flaubert, – filho de um médico muito rico da cidade de Rouen. Esse burguês francês foi considerado o “açougueiro do Romantismo”, pois foi o iniciador do Realismo para alguns e um grande renovador deste movimento para outros que consideram Honoré de Balzac foi o verdadeiro fundador do movimento realista.


Em 8 de maio de 1880, morreu o “burguesófobo burguês”, Gustave Flaubert morreu pobre, graças ao estilo de vida extravagante que adotou após a morte de sua mãe, mas deixou seu nome escrito na história da Literatura.
Insignificantes...
Achamos que escrevemos a história,
Os deterministas diriam o contrário,
Pois indo atrás de toda essa glória,
Os homens acabaram com o passado.
Mesmo com o avanço do saber
E com toda essa evolução
Ainda nada podemos fazer
Se houver um furacão.
O que é a tecnologia japonesa
E a toda sua precisão,
Perto da potência e da grandeza
De um terremoto no Japão?
Conhecendo o poder
Um adormecido vulcão,
Não podemos conter
Nem provocar uma erupção.
Achamo-nos os senhores da terra,
Achamo-nos muito interessantes,
Somos os criadores das guerras,
Mas somos simples e insignificantes...
A natureza se revolta e não há nada a fazer,
Só refletir depois sobre aquele momento,
Blaise Pascal estava certíssimo ao dizer
Que o nosso único mérito é o pensamento.
Raul Cézar de Albuquerque
22/03 – 08/04/2011
Os deterministas diriam o contrário,
Pois indo atrás de toda essa glória,
Os homens acabaram com o passado.
Mesmo com o avanço do saber
E com toda essa evolução
Ainda nada podemos fazer
Se houver um furacão.
O que é a tecnologia japonesa
E a toda sua precisão,
Perto da potência e da grandeza
De um terremoto no Japão?
Conhecendo o poder
Um adormecido vulcão,
Não podemos conter
Nem provocar uma erupção.
Achamo-nos os senhores da terra,
Achamo-nos muito interessantes,
Somos os criadores das guerras,
Mas somos simples e insignificantes...
A natureza se revolta e não há nada a fazer,
Só refletir depois sobre aquele momento,
Blaise Pascal estava certíssimo ao dizer
Que o nosso único mérito é o pensamento.
Raul Cézar de Albuquerque
22/03 – 08/04/2011
Quereres...
Eu queria esquecer os meus erros,
Eu queria tentar não refazê-los.
Eu queria apagar minhas tristezas,
Eu queria demolir minhas certezas.
Eu queria desconsiderar meus acertos,
Eu queria recomeçar tudo do começo.
Eu queria não chorar e ter muita paz,
Ou talvez, ser feliz e chorar ainda mais.
Eu queria esquecer meus versos,
Principalmente, os controversos.
Eu queria esquecer meus lamentos
Dos melhores e piores momentos.
Eu queria viver sem compromissos,
Mas sem nunca me parecer omisso.
Eu queria ser perfeito, eterno já não sei,
O tempo me deu os sorrisos que encontrei.
Eu queria não ser, eu queria inexistir,
E diante dessa vida, eu queria resistir.
Resistir às coisas que me disseram ser erradas,
Resistir às loucuras que me ocorrem nessa estrada.
Eu queria renegar minhas frases e palavras,
E, junto com meus versos, reduzi-los a nada.
Eu queria esquecer, deletar, apagar meus adeus,
Mas não posso fazê-lo, porque eles são meus.
Raul Cézar de Albuquerque
29/03/2011
Eu queria tentar não refazê-los.
Eu queria apagar minhas tristezas,
Eu queria demolir minhas certezas.
Eu queria desconsiderar meus acertos,
Eu queria recomeçar tudo do começo.
Eu queria não chorar e ter muita paz,
Ou talvez, ser feliz e chorar ainda mais.
Eu queria esquecer meus versos,
Principalmente, os controversos.
Eu queria esquecer meus lamentos
Dos melhores e piores momentos.
Eu queria viver sem compromissos,
Mas sem nunca me parecer omisso.
Eu queria ser perfeito, eterno já não sei,
O tempo me deu os sorrisos que encontrei.
Eu queria não ser, eu queria inexistir,
E diante dessa vida, eu queria resistir.
Resistir às coisas que me disseram ser erradas,
Resistir às loucuras que me ocorrem nessa estrada.
Eu queria renegar minhas frases e palavras,
E, junto com meus versos, reduzi-los a nada.
Eu queria esquecer, deletar, apagar meus adeus,
Mas não posso fazê-lo, porque eles são meus.
Raul Cézar de Albuquerque
29/03/2011
O que é o amor?
Levantou-se na cidade
Um novo e geral clamor:
Todos contra amor se queixam
Ninguém sabe o que é o amor.
Dizem uns que ele é doçura
Outros dizem que ele é dor;
Não lhe acertam nome próprio,
Ninguém sabe o que é o amor.
Que importa que alguém presuma
Nestas coisas ser doutor,
e ele ignora como os outros?
Ninguém sabe o que é o amor.
Amor é uma ciência
Que não pode haver maior
Pois por mais que amor se estude,
Ninguém sabe o que é o amor.
Em mil formas aparece
O menino encantador;
Ainda assim não se conhece...
Ninguém sabe o que é o amor.
Ao valente faz covarde,
Ao covarde dá valor:
Como é isto não se sabe,
Ninguém sabe o que é o amor.
Choram uns o seu desprezo,
Outros cantam seu favor,
De amor choram, de amor cantam...
Ninguém sabe o que é o amor.
A uns faz gelar de susto,
Noutros causa um doce ardor;
Não se sabe a qualidade,
Ninguém sabe o que é o amor.
Amor tem um ser divino,
Não tem forma, corpo ou cor,
Sente-se, mas não se vê...
Ninguém sabe o que é o amor.
De Caldas Barbosa...
Goethe...

Permanece na posição incontestável de maior e melhor escritor alemão até hoje. Influenciou muitos estilos como o “Sturm und Drang” (Tempestade e Ímpeto), o classicismo de Weimar (Classicismo Alemão) e é um verdadeiro marco no Movimento Romântico.
Nasceu numa família rica, teve aulas particulares e foi – pelo desejo da família – fazer Direito na Universidade de Leipzig, mas preferiu comparecer às aulas de poesia para aperfeiçoar a escrita até escrever a primeira comédia “Os cúmplices”. Não concluiu o curso por problemas de saúde, voltando para Frankfurt e depois foi para Estraburgo para concluir o curso.
Foi em Estraburgo que conheceu o crítico Gottfried Herder que encorajou Goethe a levar a literatura como modo de vida. Goethe viajou pela Alemanha para conhecer o seu povo, saber como eles falam e o que falam para só assim começar a escrever sobre este povo na sua língua-mãe.
Voltou à Estraburgo e escreveu a peça “Götz Von Berlichingen” (1773) que contava a história de um cavaleiro no século XVI, sua publicação marcou a história da literatura, provocou um estouro na Europa da época, fez ressurgir os dramas baseados em Estados Nacionais e influenciou assim escritores como o escocês Walter Scott e os franceses Victor Hugo e Alexandre Dumas.

Daí passou anos tralhando para a nobreza e sem produzir nada, até que conheceu o escritor Friedrich Schiller que o fez voltar a escrever. Ele escreveu outras obras, mas, dessa segunda fase de Goethe, o auge da sua produção foi “Fausto” (1808-1832), uma peça em duas partes que representa os limites humanos ultrapassados: Fausto vende a alma ao demônio para ter Margarete.
As obras de Goethe são atemporais e tem uma complexidade moral irreprodutível. Goethe é o melhor da literatura alemã.
Eu e meu eu...
Quando começo a pensar em mim
Percebo que não chego a consenso,
Sempre tenho perguntas sem fim
E acho que perdi o meu bom senso.
Na verdade, acho que o escondi
Para não usá-lo em certos momentos,
Para não me lembrar do que já fiz,
Para não controlar meus pensamentos.
Então eu me pergunto:
Criticar ou elogiar?
Superficial ou profundo?
Corrigir ou deixar pra lá?
Minha casa ou o mundo?
Dizer ou escutar?
Insistir ou mudar de assunto?
Excluir ou perdoar?
É um conjunto de dúvidas e quesitos
Que tenho dúvidas sobre se é só meu,
São incontáveis e difíceis conflitos
Que se estabelecem entre meu eu e eu.
Raul Cézar de Albuquerque
16/03/2011
Percebo que não chego a consenso,
Sempre tenho perguntas sem fim
E acho que perdi o meu bom senso.
Na verdade, acho que o escondi
Para não usá-lo em certos momentos,
Para não me lembrar do que já fiz,
Para não controlar meus pensamentos.
Então eu me pergunto:
Criticar ou elogiar?
Superficial ou profundo?
Corrigir ou deixar pra lá?
Minha casa ou o mundo?
Dizer ou escutar?
Insistir ou mudar de assunto?
Excluir ou perdoar?
É um conjunto de dúvidas e quesitos
Que tenho dúvidas sobre se é só meu,
São incontáveis e difíceis conflitos
Que se estabelecem entre meu eu e eu.
Raul Cézar de Albuquerque
16/03/2011
Era Nuclear...
O que sabemos de radioatividade começou com uma química francesa chamada Marie Curie, ela começou a estudar as mudanças no núcleo dos átomos... Ela morreu aos 67 anos por causa da exposição à radiação.
Depois vieram os avanços científicos...
Einstein retoma os estudos radioativos, avança neles e descobre que é possível controlar a potência radioativa e direcioná-la. Vendo as atrocidades que o povo judeu sofria na mão dos alemães, Einstein temeu que algum cientista de Hitler descobrisse o que ele descobriu e usasse a tecnologia nuclear contra os judeus. Então mandou seus estudos para o governo americano (era a época do presidente Roosevelt)... Os EUA fizeram a bomba.
No dia 06 de agosto de 1945, os EUA usaram a tecnologia contra o Japão, a Bomba de Hiroshima foi lançada. Destruiu tudo num raio de 1,6 km. Morreram 70 mil graças à explosão e outros 70 mil graças à radiação da bomba.
A radiação ganhou utilidade segura e em favor dos civis, foi usada para gerar energia. Mas era perigoso... Em 26 de abril de 1986, o reator nuclear 4 de Chernobyl explode na Ucrânia. Não se emitiram alertas, somente após 36 horas da exposição à radiação o povo começou a ser avisado e as regiões começaram a ser evacuadas. Até hoje, a região é altamente radioativa.
E aqui estamos nós, no século XXI e ainda contamos com algo tão perigoso, está na hora do fim da era nuclear...
Depois vieram os avanços científicos...
Einstein retoma os estudos radioativos, avança neles e descobre que é possível controlar a potência radioativa e direcioná-la. Vendo as atrocidades que o povo judeu sofria na mão dos alemães, Einstein temeu que algum cientista de Hitler descobrisse o que ele descobriu e usasse a tecnologia nuclear contra os judeus. Então mandou seus estudos para o governo americano (era a época do presidente Roosevelt)... Os EUA fizeram a bomba.
No dia 06 de agosto de 1945, os EUA usaram a tecnologia contra o Japão, a Bomba de Hiroshima foi lançada. Destruiu tudo num raio de 1,6 km. Morreram 70 mil graças à explosão e outros 70 mil graças à radiação da bomba.
A radiação ganhou utilidade segura e em favor dos civis, foi usada para gerar energia. Mas era perigoso... Em 26 de abril de 1986, o reator nuclear 4 de Chernobyl explode na Ucrânia. Não se emitiram alertas, somente após 36 horas da exposição à radiação o povo começou a ser avisado e as regiões começaram a ser evacuadas. Até hoje, a região é altamente radioativa.
E aqui estamos nós, no século XXI e ainda contamos com algo tão perigoso, está na hora do fim da era nuclear...
Lord Byron...
George Gordon Byron nasceu em 22 de janeiro de 1788 em Londres na Inglaterra. Sua imagem está intrinsecamente ligada à face do Romantismo do século XIX, chegando a personificá-la em alguns momentos... Ele influenciou muitas vertentes do Romantismo como o Romantismo brasileiro da segunda geração.
Sua obra e sua vida eram intensas e turbulentas, sua obra era satírica e desbocada, já sua vida era tão sem limites que sua ficha corrida era extensa e tinha itens como incesto e pederastia.
Byron estudou em Cambridge e, em 1805, publicou seu primeiro livro “Hours of Idleness” que foi mal recebida e ele atacou os críticos no segundo “English Bards and Scoth Reviewers”. Embarcou numa viagem por todo o Mediterrâneo, onde escreveu “Childe Harold’s Pilgrimage” e seus dois primeiros contos – publicados em 1812 - tiveram reconhecimento imediato. Depois veio “The Corsair” que vendeu 10 mil exemplares no primeiro dia.
Byron se enrolou com Lady Lamb e se casou com Anne Milbanke – simultaneamente – teve uma filha chamada Ada e depois se separou. A vida de Byron já era pública, isso influenciou sua obra e sua reputação, ele foi acusado de ter um caso com uma meia-irmã e de ter muitas dívidas, assim deixou a Inglaterra em 1816 para nunca mais voltar, ficou em Genebra por algum tempo onde conheceu muitos escritores como Percy e Mary Shelley, além de Claire Clairmont. Depois foi à Itália, onde começou a escrever o épico “Don Juan”. Logo após, foi pra Gênova onde ficou até 1823, assim saiu para lutar contra os turcos... E morreu de febre em 19 de abril de 1824, em Missolonghi na Grécia.
Sua obra e sua vida eram intensas e turbulentas, sua obra era satírica e desbocada, já sua vida era tão sem limites que sua ficha corrida era extensa e tinha itens como incesto e pederastia.
Byron estudou em Cambridge e, em 1805, publicou seu primeiro livro “Hours of Idleness” que foi mal recebida e ele atacou os críticos no segundo “English Bards and Scoth Reviewers”. Embarcou numa viagem por todo o Mediterrâneo, onde escreveu “Childe Harold’s Pilgrimage” e seus dois primeiros contos – publicados em 1812 - tiveram reconhecimento imediato. Depois veio “The Corsair” que vendeu 10 mil exemplares no primeiro dia.
Byron se enrolou com Lady Lamb e se casou com Anne Milbanke – simultaneamente – teve uma filha chamada Ada e depois se separou. A vida de Byron já era pública, isso influenciou sua obra e sua reputação, ele foi acusado de ter um caso com uma meia-irmã e de ter muitas dívidas, assim deixou a Inglaterra em 1816 para nunca mais voltar, ficou em Genebra por algum tempo onde conheceu muitos escritores como Percy e Mary Shelley, além de Claire Clairmont. Depois foi à Itália, onde começou a escrever o épico “Don Juan”. Logo após, foi pra Gênova onde ficou até 1823, assim saiu para lutar contra os turcos... E morreu de febre em 19 de abril de 1824, em Missolonghi na Grécia.
Coração Resignado...
A noite é fria, seguindo a frieza dos meus atos.
Assim como a noite, meu ser também é frio.
O céu se fechou, e eu também evitei contatos.
Pois eu estou morto, eu não choro nem rio.
Eu me perdi em meus códigos de conduta.
Certo e errado tornaram-se detalhes ínfimos.
As regras e os sentimentos estão em luta
E esses combates invadem meu íntimo.
Eu não sinto nada, eu vivo morrendo.
Fez-se noite densa em minha vida.
Faz frio, está escuro e corre o vento.
Acho que vem a minha despedida.
Minha frieza se mantém constante,
Minha alma permanece gelada,
Minhas escolhas me deixam distante,
Minha vida está contrita e calada.
Meus sonhos estão esquecidos,
E eu não vou dar atenção,
Vou aceitar os fatalismos,
Estou aderindo à resignação.
Raul Cézar de Albuquerque
08/04/2011
Assim como a noite, meu ser também é frio.
O céu se fechou, e eu também evitei contatos.
Pois eu estou morto, eu não choro nem rio.
Eu me perdi em meus códigos de conduta.
Certo e errado tornaram-se detalhes ínfimos.
As regras e os sentimentos estão em luta
E esses combates invadem meu íntimo.
Eu não sinto nada, eu vivo morrendo.
Fez-se noite densa em minha vida.
Faz frio, está escuro e corre o vento.
Acho que vem a minha despedida.
Minha frieza se mantém constante,
Minha alma permanece gelada,
Minhas escolhas me deixam distante,
Minha vida está contrita e calada.
Meus sonhos estão esquecidos,
E eu não vou dar atenção,
Vou aceitar os fatalismos,
Estou aderindo à resignação.
Raul Cézar de Albuquerque
08/04/2011
Assinar:
Postagens (Atom)