O Sol já terminou o expediente,
Exausto, ele acaba sua jornada.
A Lua vem trabalhar novamente,
Vem iluminar a cidade agitada.
A cidade que não dorme, nem dormita.
Ônibus e carros dão continuidade
A valsa das luzes, nunca interrompida,
Uma valsa de faróis na cidade.
Mulheres que deitam depressivas,
Ou que se entregaram à vulgaridade,
Ou que trabalham compulsivas,
Ou em busca de paz, de verdade.
Homens que buscam o prazer,
Ou que trabalham preocupados,
Ou que estão sem ter o que fazer,
Ou que tentam dormir cansados.
O vento passeia por árvores e ruas,
O frio toca crianças... abandonadas,
O vento passa por pernas... nuas,
Ou vê famílias... desabrigadas.
Depois da insônia, não vem alegria.
O Sol traz o trabalho e o colégio.
Compromissos e sono, um novo dia.
Na cidade, dormir é um privilégio.
Raul Cézar de Albuquerque
18/06/2011
Bem-Vindo ao Estação 018!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Enganos...
Eu me enganei novamente
E pareço desconhecer toda a razão.
Surpresas me são inerentes.
As coisas parecem ser o que não são.
Aquele livro que adorava
Nem era tão bom assim.
Aquele amor que eu planejava
Não seria bom pra mim.
Aquele autor genial
Mostrou-se improdutivo.
Aquele poeta bestial
Revelou-se criativo.
Aquele amigo de infância
Não me seguiu até a velhice.
Aquela minha inconstância
Não passava de meninice.
Aquele desejo incontrolável
Veio, mas passou.
Naquele momento insuportável
Ocorreu-me o amor.
Raul Cézar de Albuquerque
06/07/2011
E pareço desconhecer toda a razão.
Surpresas me são inerentes.
As coisas parecem ser o que não são.
Aquele livro que adorava
Nem era tão bom assim.
Aquele amor que eu planejava
Não seria bom pra mim.
Aquele autor genial
Mostrou-se improdutivo.
Aquele poeta bestial
Revelou-se criativo.
Aquele amigo de infância
Não me seguiu até a velhice.
Aquela minha inconstância
Não passava de meninice.
Aquele desejo incontrolável
Veio, mas passou.
Naquele momento insuportável
Ocorreu-me o amor.
Raul Cézar de Albuquerque
06/07/2011
Adolescência...
A adolescência é algo comum e muito comentado atualmente, mas houve uma época em que ela não existia... Ou era adulto, ou era criança... Sem essa de crise de identidade, conflito existencial, amadurecimento emocional!
A única coisa comum a todos os adolescentes de todos os séculos é a questão das mudanças corporais relacionadas à puberdade... Os pelos pelo corpo, as espinhas, a menstruação, as mudanças na voz, isso sempre ocorreu...
A questão é que o conceito de adolescência como a linha tênue entre a euforia da infância e a maturidade da idade adulta não existia até 300 anos atrás.
No Império Romano, era só nascer um pelo no rosto de um menino que ele era mandado ao Exército – de onde só sairia com 35 anos, no mínimo –, para as meninas, a primeira menstruação era um sinal: era hora de casar!
Esse modelo estendeu-se dos primórdios até a Era das Luzes.
Para os pequenos homens, o século XVIII foi o início da ideia da adolescência como parte importante da formação pessoal. Os meninos iam para as escolas onde eram instruídos em classes que detinham pessoas do mesmo nível, da mesma idade e que aprenderiam as mesmas coisas. Para as meninas, até o fim do século XIX nada tinha mudado, suas vidas continuavam sendo divididas em antes e depois do casamento.
Depois de tudo... A antropóloga Margaret Mead fez um estudo com adolescentes polinésios e concluiu que:
“A adolescência é um fenômeno psicológico e não fisiológico. Não é natural, é uma ficção, não passa de uma construção cultural”
A única coisa comum a todos os adolescentes de todos os séculos é a questão das mudanças corporais relacionadas à puberdade... Os pelos pelo corpo, as espinhas, a menstruação, as mudanças na voz, isso sempre ocorreu...
A questão é que o conceito de adolescência como a linha tênue entre a euforia da infância e a maturidade da idade adulta não existia até 300 anos atrás.
No Império Romano, era só nascer um pelo no rosto de um menino que ele era mandado ao Exército – de onde só sairia com 35 anos, no mínimo –, para as meninas, a primeira menstruação era um sinal: era hora de casar!
Esse modelo estendeu-se dos primórdios até a Era das Luzes.
Para os pequenos homens, o século XVIII foi o início da ideia da adolescência como parte importante da formação pessoal. Os meninos iam para as escolas onde eram instruídos em classes que detinham pessoas do mesmo nível, da mesma idade e que aprenderiam as mesmas coisas. Para as meninas, até o fim do século XIX nada tinha mudado, suas vidas continuavam sendo divididas em antes e depois do casamento.
Depois de tudo... A antropóloga Margaret Mead fez um estudo com adolescentes polinésios e concluiu que:
“A adolescência é um fenômeno psicológico e não fisiológico. Não é natural, é uma ficção, não passa de uma construção cultural”

A História de Qualquer Humano...
Algum tipo de fábrica, que alguns chamam de Deus outros chamam de Acaso, transforma o algodão retirado o campo Vida em um tecido longo chamado Humano, que pode ser de qualquer cor, todas as cores servem para o processo.
Este tecido é levado até outra fábrica chamada Família para ser cortado e emoldurado para ser uma tela de pintura do estilo Imagem, já não é classificada apenas como Humano, mas como Humano do tipo Gente.
A tela sai da Família com a cor original e é levada a uma empresa de tinturaria chamada Sociedade, esta joga jatos de tinta contra a tela.
A Sociedade joga tintas que podem ser duradouras, podem ser passageiras, algumas atrativas, outras nem tanto, algumas perdem o tom purpúreo com o tempo, umas mais rapidamente, outras mais lentamente, há ainda algumas cores custam a mostrar toda a sua beleza.
A tela pode absorver a tinta e pode deixá-la escorrer pela sua superfície até cair. Ainda há um caso raro, a tela pode absorver uma cor e mostrá-la em outro tom, através de um processo chamado Pensamento... Esta já não é Gente, é Pessoa.
Mesmo antes de terminadas, as obras chamam a atenção de compradores, alguns atraídos pela beleza, outros pelo conceito, alguns por admiração, outros por necessidade... Mas a Sociedade resumiu os motivos da compra numa palavra, Amor. Depois de comprados, os quadros podem ser expostos em pequenas salas chamadas de Hipocrisia, podem ser modificados pelos compradores ou devolvidos à Sociedade com um tom de desgaste.
A tela já pronta pode estar colorida ou vazia, bela ou reprovada... Uma empresa de transportes chamada Morte leva a tela até uma empresa de seleção chamada Tempo que analisa todas as telas, as do tipo Gente são jogadas no lixo ou guardadas para exposições temporárias, mas as do tipo Pessoa são expostas permanentemente num museu chamado História, para nunca mais saírem... Pessoas em busca da Eternidade.
Este tecido é levado até outra fábrica chamada Família para ser cortado e emoldurado para ser uma tela de pintura do estilo Imagem, já não é classificada apenas como Humano, mas como Humano do tipo Gente.
A tela sai da Família com a cor original e é levada a uma empresa de tinturaria chamada Sociedade, esta joga jatos de tinta contra a tela.
A Sociedade joga tintas que podem ser duradouras, podem ser passageiras, algumas atrativas, outras nem tanto, algumas perdem o tom purpúreo com o tempo, umas mais rapidamente, outras mais lentamente, há ainda algumas cores custam a mostrar toda a sua beleza.
A tela pode absorver a tinta e pode deixá-la escorrer pela sua superfície até cair. Ainda há um caso raro, a tela pode absorver uma cor e mostrá-la em outro tom, através de um processo chamado Pensamento... Esta já não é Gente, é Pessoa.
Mesmo antes de terminadas, as obras chamam a atenção de compradores, alguns atraídos pela beleza, outros pelo conceito, alguns por admiração, outros por necessidade... Mas a Sociedade resumiu os motivos da compra numa palavra, Amor. Depois de comprados, os quadros podem ser expostos em pequenas salas chamadas de Hipocrisia, podem ser modificados pelos compradores ou devolvidos à Sociedade com um tom de desgaste.
A tela já pronta pode estar colorida ou vazia, bela ou reprovada... Uma empresa de transportes chamada Morte leva a tela até uma empresa de seleção chamada Tempo que analisa todas as telas, as do tipo Gente são jogadas no lixo ou guardadas para exposições temporárias, mas as do tipo Pessoa são expostas permanentemente num museu chamado História, para nunca mais saírem... Pessoas em busca da Eternidade.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Crítica do Livro "Os Sofrimentos do Jovem Werther"
Johann Wolfgang Von Goethe abriu sua produção literária com um livro que iniciou o movimento alemão "Sturm and Drang" (Tempestade e Ímpeto) e predisse a onda avassaladora do Romantismo. Este livro foi "Os sofrimentos do jovem Werther".
O livro apresenta o enredo de forma incomum... através das diversas cartas que Werther envia para Wilhelm, um amigo que acompanhará toda a loucura de Werther. Nas primeiras páginas, Werther fala da felicidade interior, da natureza, da sociedade pacífica (e até poética), fala da liberdade...
O tom bucólico de Werther acaba quando ele conhece Charlotte - que ele trata em todo o livro, apenas por Lotte.
Lotte começa a mexer com todos os conceitos e sentimentos de Werther, e ele, que já era vívido e lépido, une à sua loucura um amor inocente e belo... mas impossível.
O tom bucólico de Werther acaba quando ele conhece Charlotte - que ele trata em todo o livro, apenas por Lotte.
Lotte começa a mexer com todos os conceitos e sentimentos de Werther, e ele, que já era vívido e lépido, une à sua loucura um amor inocente e belo... mas impossível.
Lotte é casada com Albert. Werther conhece e admira Albert. Werther ama Lotte. Werther sabe que Albert também a ama. A loucura está instalada permanentemente.
A partir dos fatos anteriores, as cartas de Werther a Wilhelm tomam um tom de insanidade com desespero. Até Werther apresentar a hipótese de um suicídio... e o livro questiona: Será que o suicídio é uma pura prova de covardia, ou pode indicar nobreza?Nestes tons incertos, Werther tenta aproximar-se perigosamente de Lotte, mas encontra-se destinado ao sofrimento ou à morte! Werther decide pela morte num ato de amor que supera qualquer pieguice de Meyer ou Rowling.

Acabo por aqui com uma frase do próprio Werther:"Deus do céu, que tantos dons me concedeu, por que não ficou com uma parte, dando-me em lugar deles a confiança em mim mesmo e o contentamento de espirito?"
O Cheiro do Desenvolvimento...

Nos últimos dias, algumas notícias nos atormentaram, noticias estas que apareceram sem apresentar precedentes... Tais notícias anunciam um novo tempo em nosso Brasil Brasileiro!
Os acontecimentos apresentam-nos o cheiro do desenvolvimento econômico que não está aí para todos e que não traz só benefícios...
- A história do jovem Wellington, o da chacina em Realengo, é o odor putrefacto do desenvolvimento... os países que convivem com histórias do tipo são muito desenvolvidos, massacres do tipo de Realengo são muito comuns em países europeus com IDHs invejáveis... Brasil, Prepara-te!
O Brasil já enche os olhos do mundo... os americanos estão aprendendo português, enquanto muitos de nós nem entendem a nossa lingua!... os chineses estão tomando o nosso mercado!... Tudo isso por que o Brasil não investiu nem investe em educação... não estávamos nem estamos prontos para conter o crescimento econômico nacional!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Um certo "Caio F."...
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Caio F. Abreu |
Emerge no cenário da produção literária brasileira, um certo Caio Fernando Abreu... um poeta de íntima relação com os versos, detentor de um conhecimento e vocabulário invejáveis, capaz de dirigir-se ao leitor sem saber o nome... como o posso definir... Ele é Tocante.
Tocante no sentido mais palpável da palavra. O seu contato com o leitor vai além da relação artista-consumidor.
Seus versos merecem a admiração e a atenção que recebem hoje... gosto do seu estilo, embora não caia de joelhos diante de um poema seu.
Se é possível fazer uma critica sem ser linchado... acho que seus versos beiram a pieguice, às vezes a carência, outras o desespero... mas que poeta nunca foi piegas?
Uma outra crítica... fugir do contexto para dar tom de loucura... uma novidade? não!
Um texto de Caio Fernando:
Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. (…)
Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para falar, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como – eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. (…)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Franz Kafka...
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Franz Kafka |
Franz Kafka nasceu em 3 de julho de 1883, na Tchecoslováquia. O homem que marcaria para sempre e de forma indiscutível a literatura posterior a ele começou sua obra com um conto que teve repercussão irrisível chamado “Contemplação”.
A caminhada de sucesso começa com a publicação de outro conto em 1913, “O veredicto”, este conto gerou polêmica só com a base do seu roteiro: um filho que comete suicídio a pedido do pai.
Após o sucesso do último conto, Kafka publica o romance “A Metamorfose” em 1915, era a primeira vez que ele mostrava a sua face imaginativa, até pitoresca. O livro apresenta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que acordava na forma de um inseto gigante... O que, à principio, parecia pura ficção, mostrou-se uma intensa análise psicológica daqueles que procuram fugir das convenções sociais. A reação da família, o isolamento automático, tudo apresenta a genialidade de Kafka.
Kafka morreu em 1924, quase desconhecido, mas deixou algumas obras sob a guarda do amigo Max Brod e, em seu testamento, mandou que essas obras fossem queimadas. Mas Brod leu as obras e não as queimou, publicou os três romances que estavam escondidos – que bom que ele não queimou!
Dentre essas obras, estava “O processo”, a mais genial das obras escondidas, em que Josef K. é preso sem motivo aparente. O livro corre por regimes totalitários, repartições públicas, funcionários sem nome, atos desconcertantes e ambientes claustrofóbicos. Esta última característica é a marca registrada da genialidade kafkiana.
Arthur Rimbaud dizia que o escritor é um vidente e parece que Kafka tomou para si tal afirmação... Suas obras anteciparam todo o desespero dos regimes totalitários que tomariam seu continente nas décadas posteriores à sua morte.
As outras duas obras publicadas postumamente foram “O castelo” – uma reflexão sobre a alienação, a reclusão e a liberdade, tudo em ambientes sufocantes – e “América” – decepcionado com a Europa, Kafka refaz “Utopia” imprimindo a perfeição e a imperfeição da sociedade no Novo Mundo.
Uma vida curta e uma obra atemporal, Kafka apresenta ao mundo a mais bela análise psicológica, mesmo sem querer, ele influencia pesadamente o Modernismo, além de ainda fazer-se muito presente na produção contemporânea.
Teoria Poética...

Após ler um pouco mais sobre Arthur Rimbaud, lembrei-me uma frase de Manuel Bandeira que descrevia como ele queria seu último poema e defini como seria o meu (com um acréscimo é rimado!):
Um bom poema não se faz todo dia,
Nem é feito por qualquer poeta,
Seus versos não são postos à revelia,
Ele apresenta sempre a palavra certa.
Um bom poema conversa com você, leitor,
Ele fala cara a cara sobre dilemas,
Sem esquecer o sentimento do autor,
Sem se esquecer que é um poema.
Um bom poema exibe a tua ferida,
A ferida dolorida e inflamada,
Ele incomoda a parte doída,
Mas reduz teu problema a nada,
Quando fala do prazer da vida,
Ou cita voz contrita e calada,
A voz que te fala da despedida,
Que te faz desistir da caminhada.
Um bom poema acaba remediando
A tua ferida, o teu problema,
O seu último verso vai curando,
Vai recriando o teu dilema.
Um bom poema não ousa responder,
Muito menos ousa perguntar,
Ele usa tua dúvida pra te dizer:
“Pega a tua resposta no ar!”
Um bom poema te conta um segredo,
Um bom poema é uma confissão,
Um bom poema esboça o teu enredo,
Um bom poema sussurra ao teu coração.
Um bom poema não impõe nada,
Mas você aceita tudo,
Ele não fala da tua estrada,
Mas muda o teu rumo.
Um bom poema é inesquecível,
Ele não se prende a livros ou jornais,
Ele se mostra, se torna visível,
Na tua vida, nos dias atuais.
Um bom poema te faz acreditar,
Ele despreza o niilismo,
Ele te faz, pelo menos, arriscar,
Ele valoriza teu lirismo.
Um bom poema te mata
Com a primeira oração,
Depois, ele te arrasta,
Leva teu corpo pelo chão,
Logo após se retrata,
Olha para o teu coração,
Vê-te como sucata,
Aí vem a tua ressurreição.
Um bom poema usa a realidade
Para ser abstrato, ele é essencial,
Um bom poema fala a verdade,
Ele é universal, é atemporal.
Um bom poema usa a liberdade
Para mostrar a tua prisão,
Ele usa o calor de tua saudade
Para mostrar o frio da tua solidão.
É só ler um bom poema
Feito por um bom poeta
Com um bom dilema...
E a tua vida se conserta
Raul Cézar de Albuquerque
03/06/2010
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Alemanha Nuclear...
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Angela Merkel |
A notícia é recente, mas já causa espanto: A Alemanha desistiu da Energia Nuclear!
A Chanceler do país - Angela Merkel - apresentou o planejamento de renovação energética: A Alemanha se desfará de todas as suas usinas nucleares até 2022.
Parece pouca coisa, mas essa decisão requererá um investimento (por que não dizer o gasto?) de mais de 10 bilhões de dolares! A energia nuclear corresponde a 30% de toda a energia consumida na Alemanha!
O governo alemão promete trocar essa energia nuclear por energias limpas como a eólica e a solar.
Toda essa pressão sobre os governos que usam a energia nuclear, veio após o problema de Fukushima... além do terror criado pela mídia internacional relembrando eventos longinquos como Chernobill e Three Mile Island...
Mas, se pensarmos bem, existem mais de 440 usinas nucleares pelo mundo e só uma deu problema! Só uma fez estrago! Não podemos negar a existência de países como a França que tem 70% da sua energia sendo nuclear, é absurdo pressionar tais nações a abdicar da tecnologia nuclear... por causa do sensacionalismo midiático!
Se falarmos de aeronaves traremos uma analogia perfeita: O avião é o meio de transporte mais seguro que existe, mas é só um cair que todos entram em pânico e a mídia cai em cima!
O medo da tecnologia nuclear é comum e natural, mas não podemos negar seus benefícios! Logo podemos afirmar que o governo alemão está cedendo à pressão popular, mesmo sabendo da segurança da produção!
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