Há algum tempo atrás, as pessoas se convertiam a Cristo, ou seja, elas mudavam o estilo de vida e seus hábitos por causa de Cristo, essa é a conversão original aquela que faz o homem ser bem-aventurado, pois... "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. "Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite" (Sl 1.1,2)...
A verdadeira conversão é a que dá ao convertido o prazer de servir ao Senhor e alegrar-se em suas regras...
Hoje em dia, é recorrente em nossa televisão e em nosso rádio "testemunhos" que falam sobre como Deus mudou em favor deles, como Deus lhe deu uma casa, um emprego, uma loja, um filho, um cheque, uma cura... mas já não se fala em como Cristo mudou suas vidas não há mais orgulho na verdadeira salvação! O que vemos hoje são pessoas que se sentem felizes pensando que Deus agiu "em seu favor", mas não fizeram nenhuma ação em favor de Cristo... São como aqueles que seguiam Jesus e que quando Ele perguntou o porquê, eles responderam: É porque não trouxemos pão (Mt. 16.7). Eles esqueceram-se de que "buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mt. 6.33).
Eles não querem Cristo, querem o pão que Ele lhes dava; Querem a bênção e não o abençoador; O que vemos hoje é uma Conversão Invertida!
Bem-Vindo ao Estação 018!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O Dia da Bíblia
O preconceito contra a Bíblia vem desde o tempo de Cristo: Eram recorrentes os rumores de que quando Jesus morresse as pessoas esquecer-se-iam de seus ensinamentos e que a Bíblia seria esquecida...
Mas estamos aqui, com nossas Bíblias lembrando os feitos do carpinteiro nascido em Belém que desafiou fariseus, encantou doutores da Lei, morreu por nós e cativa corações até hoje.
Pois é, fazem 232 anos que Voltaire morreu e a Bíblia não foi esquecida (pelo contrário, é a mais lembrada pelo mundo), os museus só possuem as primeiras Bíblias, porque as últimas estão nas nossas casas, e muita gente que não gosta de antiguidade lê este livro atemporal... O Gran Final a casa de Voltaire foi comprada pela Société de la Bible de la France (Sociedade Bíblica da França) para ser um depósito de Bíblias...
Alguma dúvida da importância deste livro?
Crítica do livro "A Cabana"
O polêmico livro que instigou a imaginação de milhares de pessoas acerca da materialização de Deus. A única contra-indicação do livro é com relação a pessoas que não sabem se realmente crêem em Deus ou que se consideram crianças na fé ou não sabem fazer o que o Apostolo Paulo indica em seus escritos: “Ouvi de tudo e retém o que é bom”.Livro perfeito só existe um: A Bíblia. Mas o livro “A Cabana” tem uma visão interessante e digna de comentários com relação a temas fundamentalmente cristãos como fé (referido no capítulo sobre andar sobre as águas), sabedoria e Presença de Deus...
O livro é complexo e estranho por tentar materializar a item mais imaterializável da vida cristã: a fé...
Mas é bom lembrar: Em caso de dúvidas, a Bíblia sempre terá a resposta certa... Em caso de persistência, pare de ler o livro... Isso se refere a qualquer livro.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Tempo...
Minha vida não depende do passado,
Mas minhas lágrimas vêm de lá,
Minha vida não depende do futuro,
Mas lágrimas ainda irão rolar.
Só tenho o presente pra viver,
Mas o passado me atormenta,
O meu futuro me intriga,
E o meu coração se reinventa.
Até que o passado passe
E o futuro seja presente,
Embrulharei meu coração
Pra que ele pareça contente.
O passado não me fez feliz,
Nem me fez mais seguro,
O tempo passou e esperei,
Mas só vi chegar o futuro.
O futuro não me promete nada,
Pelo menos nada de interessante,
Só ouço o tic-tac do relógio
Dizendo que ele vem adiante.
Mesmo com esse desdém
Tanto pelo passado como pelo futuro,
Eu vivo sem esquecer que o tempo
É o que faz de mim, alguém mais maduro.
Raul Cézar de Albuquerque
08/10/10
Tempo, Tempo, Tempo...
Muitos já pensaram em máquinas do tempo, muitos já falaram sobre viagens no tempo, muitos já levantaram a hipótese de que o tempo é uma junção de fatos, muitos já disseram que o tempo não passa e que nós é que achamos que isso ocorre, muitos já pediram que o tempo passasse devagar, muitos já pediram que o tempo se apressasse, mas...
E se o tempo parasse? E se a vida parasse?
Se o tempo estacionasse e o mundo não mais girasse os apaixonados tomariam as cidades, os empresários sairiam mais cedo e veriam o deitar do Sol, os professores ririam da inconstância da vida, já os cientistas pensariam numa resposta pra aquele dia, os fotógrafos enlouqueceriam com o pôr-do-sol constante e o arbol tomando o horizonte, os estudantes sentariam na areia da praia e esqueceriam-se da atividade de casa, os pais nem lembrariam das notas baixas dos filhos, os ventos entrariam em casa sem pedir licença e a paz entraria em cada vida pra completar esse momento...
Talvez, crescer e deixar o tempo passar seja corromper-se, cada minuto é um teste aos seus princípios. Na verdade, o tempo é algo tão implícito, conjugado e natural que aceitar-lo é uma cláusula do contrato da vida, quem não aceita o tempo, não vive. Quem não aceita o passar do tempo, quem quer parar no tempo, quem recusa viver o presente e se prende ao passado não vê a vida...Momentos especiais perderiam o encanto se fossem eternos, pois o que faz a especialidade é a raridade, se amores perfeitos fossem fartos não seriam tão perfeitos assim...
O tempo passa por que ele tem que passar, por que a vida tem continuar, por que nós somos mortais, meros mortais, mortais sob o jugo do tempo, por que é bom que nada que diz respeito a nós dure pra sempre...
O Gênio Augusto Cury
O escritor que popularizou o gênero “Auto-Ajuda” e nega que tenha produzido algo deste estilo, na introdução do genial livro “O Código da Inteligência” ele diz que não ajuda ninguém e define próprio estilo como “Ciência Compartilhada”, já que só expõe nos livros o que aprendeu. Dono de um conhecimento raro, Detentor de uma narrativa reflexiva inigualável e Escritor de pensamentos e estórias únicos, Augusto Cury marcou a recente produção literária brasileira. Alguns livros de Cury: “O Código da Inteligência”, “Você é Insubstituível”, “Seja líder de si mesmo”, “12 Semanas para Mudar uma Vida”, “Dez Leis para Ser Feliz”, “O Mestre dos Mestres”, “O Vendedor de Sonhos”, “O Futuro da Humanidade”.Eu indico todos!
Critica do livro "Jesus, o maior psicólogo que já existiu"
O livro, como diz o prefácio, tenta promover a reconciliação entre Jesus Cristo e Sigmund Freud, ou melhor, entre a psicologia e a cristandade. Cada capítulo deste livro contém uma citação de Cristo (um versículo), um caso médico de psicologia e um estudo conjunto da frase cristã e de um fundamento da psicologia ligado ao caso médico. O livro é configurado como “Auto-Ajuda”, mas mesmo que alguém seja ajudado pelo livro reconhecendo-se em algum caso citado, a função do livro é provar que Cristo é “psicologicamente correto”
Eu indico!
Critica do livro "O Príncipe"
O livro é odiado por boa parte das pessoas que já ouviram falar dele, mas poucos se dignaram a lê-lo, estudá-lo, entendê-lo, contextualizá-lo e perceber que ele é o retrato fiel da política que vivemos. Aí vão algumas frases louváveis do gênio Maquiavel:“Assim existem dois modos de combater: um, com as leis; outro, com a força. O primeiro modo é próprio dos homens; o segundo, dos animais. Porém, como o primeiro muitas vezes mostra-se insuficiente, impõe-se um recurso ao segundo.
“Não pode nem deve um soberano prudente cumprir as suas promessas quando tal cumprimento ameaça voltar-se contra ele e quando se diluem as próprias razões que o levaram a prometer”.
“O Príncipe” parece ser o livro de honra do PT, pois designa todos os atos do partido e de seu iniciador, o Lula. Uma prova irrefutável da atemporalidade de Maquiavel:
“O quão louvável é que um príncipe honre a sua palavra e viva de forma íntegra, cada qual o compreenderá. Todavia, a experiência nos faz ver que nestes nossos tempos, os príncipes que mais se destacaram pouco se preocuparam em honrar suas promessas; que, além disso, eles souberam, com astúcia, ludibriar a opinião pública”
Eu indico!
Critica do livro "A menina que roubava livros"
Depois de “O caçador de pipas” e de “A cabana”, temos mais um livro na onda de heróis nem tão heróicos, pois a protagonista, que se chama Liesel Meminger, realmente é uma ladra de obras literárias, a estória tenta passar uma mistura de ingenuidade, felicidade, liberdade e um pouco de maldade com relação ao ato ilícito. “A menina que roubava livros” é um longo (e às vezes, cansativo) romance do jovem australiano Markus Zuzak. A história começa triste, chata, reflexiva, mas com um atrativo: A narradora não é nem personagem nem observadora, é nada mais, nada menos que A MORTE. No início, o livro possui capítulos longos, com muitas observações e pouca estória. O livro possui alguns “rombos temporais” que deixam o leitor perdido em mudanças bruscas de cenários e personagens. Como está na moda, do cerne da estória para o epílogo há um salto temporal impressionante, mas o autor o fez de modo que não comprometeu a compreensão do encerramento da história...
Eu dou nota 7,0 ao livro...
Critica do livro "Os Miseráveis"
"Os Miseráveis" marcou sua época, escrito na França em plena Era das Luzes, ele foi o retrato da sociedade da Revolução Francesa, mas nenhuma mudança na história da Humanidade fez com que esse livro se tornasse desatualizado. O livro é o modelo de uma obra atemporal, o herói foi o primeiro com defeitos visíveis e expostos. Jean Valjean, o protagonista, foi um homem que cometeu inúmeros atos ilícitos e tentou se redimir cometendo falsidade ideológica, ele criou vários personagens para si mesmo, foi amado e odiado, maltratou pessoas e salvou crianças. O final é melancólico, real, subjetivo e genial.
A obra inigualável do gênio francês Victor-Marie Hugo é a prova de seu instinto político aguçado e de sua consciência social.
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